quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Tudo por Elas


"Presentes principalmente na língua, mas também em menor número no céu da boca e na garganta, são responsáveis pelo reconhecimento do sabor das diferentes substâncias. São elevações do epitélio oral e lâmina própria da língua. Existem quatro tipos, com diferentes formas e funções: fungiformes, foliáceas, circunvaladas e filiformes."
Amargo ou Doce ou Ácido ou Salgado ou Picante ou...
Elas nos indicam o que vai em nossa boca, nos ajudam, se gostamos ou se destestamos. Todo nosso alimento tem que passar por elas, seja por fome ou por prazer. Aliás, muito prazer a uma papila gustativa. Linda, não?
Boas!

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Suco de Açai


Eu, assim como o JUCA, também tomo suco de açai esperando o Carlos Arthur Nuzman cair.
Boas!

domingo, 11 de outubro de 2009

Comida de Domingo



Che - A Imagem, O Mito, A Comida ou A Arte
Comida pode ser Arte, Arte pode ser Comida?
Boas!

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Pérolas aos Poucos



"No Brasil, o queijo associou-se formalmente aos doces, ainda espanto na Europa quando um brasileiro alude saudosamente ao companheiro do queijo, servido sozinho, com vinho tinto. Queijo e bananas tornaram-se prato "nacional", tão comum e regular que von Martius admirava-se de sua ausência no Belém do Pará de 1819: - "Ao contrário das províncias do Sul, aqui quase não se come a banana com o queijo nacional, alimento tão agradável, quanto adequado ao clima". Apenas mineiros e sertanejos nordestinos, do ciclo pastoril, comem o queijo solitário. Melhor dizer, comiam, porque de muitos anos para cá, o queijo pede complemento direto e não pode constituir oração completa. Há mesmo o mineiro com botas, goiabada, queijo e bananas. Mas no sertão o queijo era, quase sempre, assado e, nas fazendas de fortuna mediana em diante, saboreado com farofa de ovos duros, sal, manteiga da terra, meio insossa. O estrangeiro ainda pode comer o queijo e depois beber o copo de vinho. Um bom brasileiro jamais o fará. Essa presença do queijo ralado em doces, sopas, massas de farinha de trigo, não é portuguesa, e não podia ter vindo de indígenas e negros africanos, desconhecedores do queijo. Até prova expressa em contrário, devemo-la ao italiano."

Câmara Cascudo
História da Alimentação no Brasil
Boas!

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Comida de Cobaia

Que não é o que não pode ser. Que não é o que não pode ser. Que não é o que não pode ser que não é. Ser que não é...

Em terras tupiniquins o que ocuparia o lugar do marshmallow?

Boas!

domingo, 4 de outubro de 2009

Comida de Domingo


Comida pode ser Arte? Arte pode ser Comida?
Boas!

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

De Novo



Mais três sobre o assunto anterior:

-Um livro foi fundamental para a mudança de procedimentos tanto na criação como na hora do sacrifício dos animais. Ele inspirou a Convenção Européia para a Proteção Animal e chama-se "Animal Machines" da britânica Ruth Harrison, e é de 1964.

-São conhecidas duas doenças que afetam os animais que são mortos de maneira cruel, a soma do estresse, da dor e da carga genética acabam por comprometer quase que totalmente o valor comercial da carne. Nos porcos é a PSE, que torna a carne mole e pálida pois perde a capacidade de renter líquidos. Nos bois é a DFD que deixa a carne dura e escura.

-Um grupo italiano de defesa dos direitos dos animais quer proibir a exibição do novo filme de Giuseppe Tornatore, "Baaria", dentro da Itália devido a uma cena em que um touro é sacrificado de maneira muito cruel. Já assisti alguns filmes que abordavam o assunto seriamente ou simplesmente mostravam as cenas para chocar o público. A produção do filme se defende dizendo que a cena não foi criada, mas gravada num matadouro na Tunísia. A decisão do boicote deve ser do público ou deve haver uma proibição da justiça?

Esse assunto foi tratado na Folha do último domingo, uma matéria muito esclarecedora com excelentes fotos um tanto reveladoras. Como fotógrafo já visitei muitas criações de frangos, porcos e bois, mas nunca tive a oportunidade de entrar em um abatedouro, é um área de muito difícil acesso e mesmo com o aval de uma escola federal de gastronomia, nenhuma porta se abriu.
O que não se vê...não se entende.

Boas!